novo SUV quer levar indiana para o segmento premium

Tata Harrier: novo SUV quer levar indiana para o segmento premium


Feito sobre a plataforma D8 da Jaguar Land Rover, o Tata Harrier surge na Índia como um primo (não tão pobre assim) do Discovery Sport e tem a pretensão de levar a marca dona das inglesas para o segmento premium.

Desde que mudou a filosofia de produto, abandonando os carros de aspecto simples para um novo portfólio com impressão de qualidade superior, a indiana tem caminhado bem na direção de uma gama de maior valor agregado.

Tata Harrier: novo SUV quer levar indiana para o segmento premium

Voltada mais para o mercado interno agora, onde apanhou feio de rivais domésticos e estrangeiros, a Tata Motors quer subir de nível com o Harrier, que é um SUV de porte médio e cinco lugares, pronto para atuar bem dentro e fora do país.

Com 4,59 m de comprimento, 1,89 m de largura, 1,70 m de altura e 2,74 m de entre-eixos, o Tata Harrier passa longe de modelos como o Tata Aria, por exemplo. Recentemente, o novo SUV – cuja chegada no mercado ocorrerá em janeiro – levou fácil as cinco estrelas do Global NCAP. Ou seja, nada de aços de baixa qualidade para conter custos.

Tata Harrier: novo SUV quer levar indiana para o segmento premium

Apresentando um visual agressivo, seguindo a tendência de piscas e DRL´s separados do conjunto ótico principal, mais abaixo, o Tata Harrier ousa nos detalhes, mas não tanto, já que o novo estilo quer também ser funcional, além de emocional. Lanternas em LED envolventes e vigias laterais reduzidas não surpreendem, mas não fazem feio.

Por dentro, no entanto, o Tata Harrier segue a linha da indiana em termos de impressão de qualidade, inserindo um painel imitando madeira com mescla de tons de bege e cinza escuro, além de cluster análogo-digital e multimídia com tela grande e suspensa, produzindo um bom visual.

Tata Harrier: novo SUV quer levar indiana para o segmento premium

Com três modos de terreno e controles de descida, tração e estabilidade, o Tata Harrier não tem muitas pretensões no off road e nem precisa, pois seu alvo são os clientes que dificilmente vão para o meio do mata.

Mas, estranhamente, o SUV estreia com transmissão manual de seis marchas apenas e mais, nada de Ingenium diesel. O motor é o nosso conhecido 2.0 Multijet dos Jeep Compass e Renegade, assim como da Fiat Toro, mas com 140 cavalos e 35,7 kgfm. Com uma caixa automática, bem que poderia ser vendido por aqui.

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Fonte: Noticias Automotivas